O site The Back-Lot postou mais uma revisão sobre o filme The Runaways.
O filme é estrelado por duas das melhores jovens talentosas de Hollywood, Kristen Stewart e Dakota Fanning. Stewart aborda o papel de Joan Jett, que é a força por trás de The Runaways e Fanning interpreta Cherie Currie, vocalista da banda. O filme é baseado no livro de Currie, Neon Angel.
“Eu tenho que voltar para minha vida”, Cherie Currie disse voltando-se para a porta.
“Esta é a minha vida”, diz Joan Jett principalmente a si mesma em tom de assombro.
Essas foram as falas que marcaram para mim no filme “The Runaways”. (…)
O filme foi grosseiro, bruto, gritante, de tirar o fôlego e simplesmente muito bom. Claro que havia os clichês de sexo, drogas e rock and roll. E ele tinha tudo isso, mas também tinha mais do que isso. Michael Shannon, na interpretação do lascivo Kim Fowley, foi magnífico. Ele estava em seu rosto, na cara da menina da banda, uma pessoa que ninguém poderia escapar ou ignorar.
Fanning tinha 15 anos quando filmou “The Runaways”. A mesma idade que Currie tinha quando ela entrou para a banda. A sua manifestação foi uma mistura de inocência infantil e do poder das loiras. A cena foi Fowley e Joan Jett misturando por aí letras no trailer avariado para encaixar Currie (a música se tornou Cherry Bomb) que vieram para a audição, foi uma verdadeira evolução de uma música. Currie tinha praticado a música de Peggy Lee, “Fever”, para cantar, e quando ela anuncia para as meninas da banda e à Fowley que é a música que ela escolheu, todos reclamam e dão um passo para trás.
Essa cena, da escolha de Currie, foi o primeiro sinal de distância de Currie e o resto das meninas de “The Runaways.” Joan Jett e o resto da banda só queriam o rock, Currie queria encontrar um lugar e ela própria. E, assim como a maioria das bandas de rock cheias de ego inflado, não importa o sexo, ela logo se torna a queda, algo que nem mesmo a música poderia salvar.
Há um monte de tabus sobre o beijo de Stewart e Fanning no filme como Jett e Currie. As cenas são uma mistura de curiosidade e de melhores escolhas limitadas. E os ângulos de câmera e o irônico de dentro e fora do que é óbvio, que são cenas de sexo entre Currie e Joan Jett, mostra que Jett é mentora de Currie e seu domínio sobre ela.
Assim como a Jett de Stewart lamenta no final do filme, numa entrevista de rádio, que cresceu na “estrada”. E que experimentar, mesmo sendo que com drogas, álcool ou sexo, aliviou a dor da solidão e os sentimentos de abandono.
Stewart e Fanning são o futuro de Hollywood e em “The Runaways”, elas só concretizaram o que já sabiamos.
BREAKING DAWN - PART I
ON THE ROAD
K-11
ECLIPSE
THE RUNAWAYS
WELCOME TO THE RILEYS 


























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